Casa das Aguas Ferreas – Mogadouro

 

Quem somos

A Casa das Águas Férreas é uma Moradia Turística localizada na Vila de Mogadouro, tendo iniciado a sua  ctividade em 2007. A Casa está implantada numa parcela de 9.000 m2 com vistas magníficas para a Vila e Serra de Mogadouro, gozando de absoluta tranquilidade e contacto com a natureza. 

Mobiliário antigo e tradicionais chãos em azulejo garantem uma atmosfera íntima em cada quarto e suite. Casa das Aguas Ferreas é composta por oito quartos confortáveis,todos com casa de banho privativa, ar condicionado e televisão.

Poderá verificar o seu e-mail de forma gratuita no centro de negócios ou descontrair na sala de estar.  A Casa das Águas Férreas está apenas uma curta distância de carro do Internacional Parque Natural do Douro.

Graças à sua localização conveniente, a Casa das Águas Férreas é uma grande base para explorar a região. Poderá ir dar uma caminhada, praticar ciclismo ou ir à pesca.

Mogadouro o que visitar

Mogadouro é uma vila no distrito de Bragança, que fica junto ao Parque Natural do Douro Internacional, do rio Douro e da fronteira com Espanha. Dista da capital de distrito em cerca de 80 Km e de Mirandela a cerca de 75 Km.

Mogadouro é um povoado antigo e anterior à fundação do Condado Portucalense. O topónimo Mogadouro, será de origem Árabe – Macaduron.
A região é toda ela herdeira de uma história antiga, onde se podem observar os muitos vestígios da presença desses povos que a habitaram desde os tempos pré-históricos.

Concelho eminentemente rural, de uma beleza agreste e doce, povoado de gente sã, afável e laboriosa, herdeira de um carácter nobre e de uma história rica e antiga, assim poderíamos caracterizar este pedaço do território nacional. Situado no Nordeste Transmontano, no Planalto Mirandês, entre os Rios Douro e Sabor. Limitado pelos concelhos de Vimioso, Miranda do Douro, Alfândega da Fé, Torre de Moncorvo, e Freixo de Espada à Cinta e pelos Ayuntamientos ribeirinhos do Douro, de Salamanca e Zamora.

Posteriormente, a região foi ocupada pelos Romanos e dominada mais tarde pelos Visigodos, até à conquista por parte dos Muçulmanos.
Mas com a reconquista Cristã da Península Ibérica, o Reino de Portugal toma posse de toda a região, ainda com D. Afonso Henriques, que depois entrega Mogadouro à Ordem dos Templários – isto por volta de 1145.

Em 1272, D. Afonso III concedeu o primeiro foral a Mogadouro, tendo sido renovado no ano seguinte. Mais tarde, em 1512, D. Manuel concedeu novo foral. Em 1433, a vila de Mogadouro é doada a Álvaro Pires de Távora, passando a estar desde então ligada à família dos Távoras. Estes por sua vez conseguiram o título de Marqueses, dado o papel importante e influente em toda a região.

Mas só a partir do século XVI é que Mogadouro teve algum progresso de relevância, quando a família dos Távoras, que entretanto toma o comando da vila e da sua fortaleza, coopera de tal forma que a vila desenvolve-se imenso. Para isso contribuíram obras como a fundação da Santa Casa da Misericórdia e também do seu templo, a ponte entre Valverde e Meirinhos ou a ponte de Remondes entre Mogadouro e Macedo de Cavaleiros. Além de igrejas e capelas.

Na vila de Mogadouro é indispensável uma visita ao seu centro histórico onde encontramos o Castelo de Mogadouro, a igreja Matriz de origem românica, apesar de ter sido substituida pelo templo que hoje podemos apreciar no centro da vila, a igreja da Misericórdia, o pelourinho, o Solar dos Pegados e o Convento de S. Francisco, contíguo à igraja com o mesmo nome, cuja fundação remete para as primeiras décadas do século XVII e se deve a D. Luis Álvares de Távora.

A Sala Museu de Arqueologia do Município de Mogadouro abriu nos finais década de 80 do século XX, resultante das campanhas arqueológicas realizadas no concelho durante a referida década. No seu interior conservam-se peças que mostram a história das culturas passadas, que habitaram no actual concelho de Mogadouro; os artefactos expostos e guardados, antes de se converterem em peças de Museu, foram objectos do quotidiano dos nossos antepassados. Das primeiras formas de manifestações dos rituais funerários, chegaram até aos nossos dias os monumentos megalíticos da Pena Mosqueira e do Barreiro, dos quais foram recolhidos artefactos de índole quotidiano e de manifestações artísticas.

Dispersos pelo concelho, os castros, as igrejas com origens românicas como Algosinho e Azinhoso, os pelourinhos, e as próprias construções tradicionais que podemos descobrir pelas aldeias do concelho são marcas indeléveis de um património vasto e extremamente rico.

O concelho vive principalmente da agropecuária. Produzindo cereais e explorando a amendoeira, a vinha, a oliveira, o castanheiro e o sobreiro.
Cria gado para produção de carne – bovino e gado caprino e ovino para a produção de lã, leite e também carne.

Existem no concelho coutos onde se pode praticar a caça ao coelho, à lebre e à perdiz. O setor secundário é dominado principalmente pela construção civil e pelo fabrico de cerâmica. O turismo começa agora a ganhar alguma relevância em relação a outras épocas, estando o concelho inserido na Região de Turismo do Nordeste Transmontano.

A gastronomia é uma das riquezas da região, assim como em todo o Planalto Mirandês, onde se destacam a posta mirandesa, o bulho com cascas, a feijoada à transmontana, a marrã, os chichos, o javali, o cabrito assado, as costeletas de borrego grelhadas, a caça, os peixinhos do rio de escabeche, as sopas de Xis e de Cegada, os queijos de ovelha, o mel e claro o fumeiro.

A ocasião ideal para visitar esta região é Fevereiro/Março, quando as amendoeiras estão em flor cobrindo os campos com um manto branco, podendo-se admirar as belíssimas paisagens a partir da Serra da Castanheira ou do castelo de Penas Róias, nas redondezas.

Os bordados e as rendas são sem dúvida o mais vulgarizado artesanato local dada a facilidade com que o podemos encontrar. Nas aldeias, frequentemente encontramos as senhoras sentadas na soleira da porta de suas casas fazendo os seus bordados e rendas, ao mesmo tempo que desfrutam do bom tempo.

Passeios de barco, num troço do rio Douro que estabelece a fronteira entre Portugal e Espanha, e que se caracteriza pelas suas imponentes arribas – margens rochosas e abruptas que atingem, em alguns pontos, mais de 200 metros de altura.

Ao longo do percurso poderão ainda ser observadas a fauna e a flora do Parque Natural do Douro Internacional, com destaque para a águia real, o abutre do Egipto, o grifo e a cegonha preta. O passeio tem a duração aproximada de 2h30m.

 

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Contactos

Endereço: Lugar Das Aguas Ferreas – Estrada Nacional 221, 5200-208 Mogadouro, Portugal

Telefone: +351 279 341 085 casadasguasferreas@sapo.pt